A Expressão Transmontana em Trusses.

História dos Transmontanitos

Era uma vez uma jovem que queria falar de Trás-Os-Montes na primeira pessoa e sem mesquinhices. Era eu. À época, vivia em Lisboa. Talvez tenha sido um dos grandes motivos para falar de Trás-Os-Montes. 


Então decidi criar uma página para rabiscar umas coisas. Depois pensei “que porreiro era fazer uns vídeos a entrevistar transmontanos, para se conversar sobre expressões transmontanas.” Não quis fazê-lo de qualquer forma. Quis que a linguagem usada fosse direta, o mais autêntico possível. Quis que fôssemos (os transmontanos) os primeiros a rir de nós próprios. Sem complexos, orgulhosamente. E eis que nasce o 100 Transmontanitos, hoje apenas Transmontanitos.

 

 

“O nome de Trasmontano, que quer dizer filho de Trás-os-Montes, pois assim se chama o Reino Maravilhoso de que vos falei.”

 

— Miguel Torga

 

O Transmontanitos tornou-se num agregador de cultura popular transmontana sob a forma de imagem, áudio e vídeo. Ao longo de todo o percurso, tenho vindo a falar sobre palavras e expressões que se ouvem em Trás-Os-Montes, embora algumas sejam transversais a todo o país.

 

 

Aqui, no blog, não vou falar apenas de expressões e palavras, mas sim de toda a cultura transmontana: as pessoas, as tradições, os rituais, os locais, a gastronomia, entre tantas coisas. 

 

 

 

Em Trás-Os-Montes já há internet há muitos anos. E autoestradas. E universidades, hipermercados (até de mais), teatros, cinemas, serviços. Como em todo o lado. Mas também há as vaquinhas, aquelas que o pessoal pensa que vai encontrar em plena avenida principal. Não há na avenida, há nas aldeias, especialmente nas mais montanhosas. A terra dá tudo, até bananeiras crescem. Temos vinho, azeite, pão e fumeiro. Como verduras não faltam, não há descriminação com a malta vegan (eu sou só mais ou menos). 

 

O Transmontanitos incide particularmente na cidade de Vila Real (entre Trás-Os-Montes e o Alto Douro). Foi lá que nasci, naquele velho hospital ao lado do liceu (fui das últimas a lá nascer, antes de mudar de instalações).

 

 

 

Espero que se divirtam tanto como eu,

 

Andreia Carvalho da Silva

 

 

 

Basicamente, é fim do mundo em trusses.

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